HISTÓRIA

União Cervejeira

União Cervejeira

A União Cervejeira ou Associação de Micro-Cervejarias da Região Metropolitana de Florianópolis,é uma associação civil, de âmbito regional, regida comopessoa jurídica de direito privado, para fins não econômicos, constituída com finalidade sócio-cultural, tecnológica e depreservação e defesa dos interesses das micro-cervejarias associadas. Os objetivos da Associação são:

I.Divulgar e promover a cultura relacionada a cerveja e seus subprodutos na Região Metropolitana de Florianópolis;

II. Promover cervejarias associadas a Associação de Cervejarias Artesanais da Região Metropolitana de Florianópolis;

III. Atuar de forma proativa na elaboração de eventos, feiras, congressos e açõespromocionais os quais deem suporte ao desenvolvimento das cervejarias associadas a Associação de Cervejarias Artesanais da Região Metropolitana de Florianópolis;

IV. Consolidar a Região Metropolitana de Florianópolis como destino turístico cervejeiro;

V. Buscar melhoria nas condições fiscais, tecnológicas e logísticas para a consolidação e fortalecimento da indústria cervejeira da Região Metropolitana de Florianópolis;

VI. Atuar em esferas públicas municipais, estaduais, federais e internacionais, defendendointeresses econômicos e políticos em nome das cervejarias associadas a Associação deCervejarias Artesanais da Região Metropolitana de Florianópolis;

VII. Promover, anualmente, a Semana da Cerveja da Grande Florianópolis além de outros eventos dos seus associados;

VIII. Auxiliar no combate à venda ilegal de cervejas não registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

História da Cerveja

História da Cerveja

Há evidências de que a prática da cervejaria originou-se na região da Mesopotâmia onde, como no Egito, a cevada cresce em estado selvagem. No Egito, a cerveja ganhou status de bebida nacional, até com propriedades curativas, especialmente contra picadas de escorpião. Consta que os egípcios gostavam tanto da bebida que seus mortos eram enterrados com algumas jarras cheias de cerveja. Tem-se que a cerveja feita de cevada maltada já era fabricada na Mesopotâmia em 6000 a.C. Documentos históricos mostram que em 2100 a.C. os sumérios, um dos povos civilizados mais antigos, alegravam-se com uma bebida fermentada, obtida de cereais. Na Suméria, cerca de 40% da produção dos cereais destinavam-se às cervejarias chamadas “casas de cerveja”, mantida por mulheres. A cerveja é tão antiga quanto o pão, pois era obtida a partir da fermentação de cereais como cevada e trigo. Ela era feita por padeiros devido à natureza da matéria-prima utilizada: grãos de cereais e leveduras. A cevada era deixada de molho até germinar e, então, moída grosseiramente moldada em bolos aos quais se adicionava a levedura. Os bolos, após parcialmente assados e desfeitos, eram colocados em jarras com água e deixados fermentar. Esta cerveja rústica ainda é fabricada no Egito com o nome de Bouza. O lúpulo, assim como outras ervas aromáticas, tais como zimbro, hortelã e a losna, podia ser adicionado à cerveja para corrigir as diferenças observadas no sabor.

Já 15 séculos antes, um fragmento de cerâmica mesopotâmica, escrito em sumérico-acadiano de 5000 a.C., dizia que fabricar cerveja era uma profissão bem estabelecida e muito respeitada. Os gregos aprenderam a técnica da cervejaria com os egípcios e também usavam lúpulo. Os romanos aprenderam com os gregos e a introduziram na Gália e Espanha sem, contudo, usarem lúpulo até o século VIII. Os chineses foram os primeiros a preparar bebidas do tipo cerveja obtida de grãos de cereais. A “Samshu”, fabricada a partir dos grãos de arroz, e a “Kin” já eram produzidas cerca de 2300 a.C. Em 500 a.C. e no período subseqüente, gregos e romanos davam preferência ao vinho. A cerveja passou então a ser a bebida das classes menos favorecidas, muito apreciada em regiões sob domínio romano, principalmente pelos germanos e gauleses. Foi nessa época que as palavras cervisia ou cerevisia passaram a ser utilizadas pelos romanos, em homenagem a Ceres, deusa da agricultura e da fertilidade. Você sabia que professor Paul Haupt, da universidade de Virgínia, em 1926 d.C., traduzindo uma tábua cuneiforme assíria encontrada nas ruínas de Nínive, afirmou que parte do carregamento da “Arca de Noé” era cerveja? Na Antiguidade o que caracterizava o processo de fabricação era a experiência e a tradição, a partir do século XIX, o fabrico da cerveja é dominado pela ciência e pela técnica. Até o evento de Louis Pasteur, a fermentação do mosto era natural o que, normalmente, trazia prejuízos aos fabricantes. O notável cientista francês convenceu os produtores a utilizarem culturas selecionadas de leveduras para fermentação do mosto, para manter uma padronização na qualidade da cerveja e impedir a formação de fermentação acética. Pasteur descobriu que eram os microorganismos os responsáveis pela deterioração do mosto e que poderiam estar no ar, na água e nos aparelhos, sendo estranhos ao processo. Graças a esse princípio fundamental, limpeza e higiene tornaram-se os mais altos mandamentos da cervejaria. O nome de Louis Pasteur é lembrado através do termo “pasteurização”, método pelo qual os microorganismos são inativados através do calor.

Outros dois grandes nomes estão ligados ao desenvolvimento da fabricação da cerveja. Emil Christian Hansen e Carl Von Linde. O primeiro, em função do desenvolvimento do microscópio, descobriu também células de levedura de baixa fermentação, pois antes eram somente conhecidas leveduras de alta fermentação. Ele isolou a célula, que foi multiplicada sob cultura pura. Como a levedura influencia fundamentalmente o sabor, esta descoberta permitiu a constância do sabor e qualidade. Carl Von Linde desenvolveu, através da compressão, a Teoria da Geração de Frio Artificial com sua máquina frigorífica a base de amônia. Com isso, a produção de cerveja pode, desde então, ser feita em qualquer época do ano, sendo possível controlar os processos de fermentação de forma científica exata pelo entendimento da atividade dos microorganismos e reconhecimento de que diversas leveduras, por exemplo, atuam diferentemente e de que as condições do meio afetam de maneira básica a ação de uma mesma cepa. Com a evolução da técnica industrial, as cervejarias passaram da fase empírica para a científica . O “Mestre Cervejeiro” conta com todos os recursos técnicos e sanitários para a elaboração de um produto tecnicamente perfeito. Um cervejeiro moderno deve ser um engenheiro, químico ou bacteriologista.

Cerveja no Brasil

Cerveja no Brasil

Nossos colonizadores portugueses não eram consumidores de cerveja, muito menos os naturais da terra, que sequer a conheciam. A bebida chegou ao país, possível e provavelmente no século XVIII, com a colonização holandesa (1634-1654), pela Companhia das Índias Ocidentais. Os flamengos, grandes apreciadores de cerveja, tinham uma boa organização política, bem como de suprimentos e até de cultura e lazer. Com a saída dos holandeses em 1654, a cerveja deixou o país por um século e meio, só reaparecendo no final do século XVIII e início seguinte. Até então a cerveja chegava ao Brasil contrabandeada para o Recife, Rio de Janeiro e Salvador. A partir de 1808, inúmeros comerciantes estrangeiros, principalmente ingleses, instalaram-se no Brasil trazendo a cerveja da Europa. A cerveja inglesa dominou por longo tempo o mercado brasileiro, com a Porter e a Pale Ale, oriunda de Burton Upon Trent, menos alcoólica. A partir de 1865 o Brasil produzia as primeiras cervejas, de qualidade inferior e mais barata. No final do século a importação pela cerveja alemã era intensa, pois vinham engarrafadas e em caixas, ao contrário das antigas cervejas inglesas, até então trazidas em barris. No século XIX o oficial alemão Carl Seidler encontrou no Rio Grande do Sul imigrantes alemães com conhecimento para fabricar lucrativamente cerveja. Em 27 de outubro de 1836 aparece no Jornal do Comércio do Rio de Janeiro um anúncio no qual se oferecia cerveja brasileira. Nos anos de 1860 e 1870 houve um grande aumento da produção de cerveja que se mateve até a Primeira Guerra Mundial, quando não se pôde mais obter cevada e lúpulo de procedência alemã e austríaca. Nossas cervejas artesanais tinham um precário controle de fermentação e consequentemente uma pressão variável. As rolhas eram presas às garrafas por barbantes (como se fixam champanhe com arame).

As primeiras cervejas industrializadas do país surgiram nas décadas de 1870 e 1880. A pioneira foi a de Friederich Christoffel, em Porto Alegre, que em 1878 produzia mais de um milhão de garrafas.

Em 1880 instalaram-se no Rio de Janeiro as primeiras máquinas compressoras frigoríficas, que produziam gelo artificial. Com essa tecnologia pode-se obter uma cerveja de baixa fermentação uniforme e límpida, como as Bavária e da Boêmia. Data desta época a fundação das duas cervejarias que viriam a dominar o mercado nacional, a Companhia Cervejaria Brahma do Rio de Janeiro e a Companhia Antartica Paulista.

Em pouco mais de uma década a empresa Brahma viria a registrar quase uma dúzia de marcas, como são exemplos a cerveja Bier, a Crystal, a Pilsener, a Franziskaner-Brau, a Munchen, a Guarany, a Ypiranga, a Bock-Ale ou a Brahma Porter entre outras.

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